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segunda-feira, 25 de abril de 2011
25 de Abril
Censura, Guerra Colonial e o 25 de Abril
envoyé par Humordatreta. - Regardez les dernières vidéos d'actu.
domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
sábado, 9 de abril de 2011
Nos só temos uma mãe
Aos 3 anos 'mãe, amo-te',
aos 10 anos 'mãe, não percebes nada '
aos 16 anos 'oh meu deus ,tu enervas me mãe' ,
aos 18 anos ' quero sair desta casa ' ,
aos 25 anos ' mãe ,tinhas razão' ,
aos 30 anos 'quero voltar acasa da minha mãe' ,
aos 50 anos ' eu não quero perder a minha mãe' ,
aos 70 anos ' eu dava tudo para...que a minha mãe estivesse aqui '...
Tiago Barbosa
sábado, 2 de abril de 2011
"O Principezinho" já fala mirandês - JN
"O Principezinho", personagem criada por Antoine de Saint-Exupéry, já fala mirandês. "L Princepico" é o título da edição nesta língua, feita pela editora ASA, disponível nas bancas a partir da próxima semana.
segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
O Diário do Professor Arnaldo ? A fome nas escolas
Publicado em 19 de Novembro de 2010 por Arnaldo Antunes no site aventar
por Professor Arnaldo, www.aventar.eu
Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos.
Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar.
De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude.
Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…
Sem saber o que dizer, segureia-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado?
É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos.
por Professor Arnaldo, www.aventar.eu
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
De olhos fechados
Olhando de frente para o mundo, vemos que algo não está correcto.
Vemos o sofrimento, a dor, a angústia nos olhos das crianças, de homens que choram como crianças de mães que gritam de dor. Vemos aquilo que criámos. Vemos a podridão, o crime, o ódio, vemos tudo isso mas fechamos os olhos.
De olhos fechados vemos a alegria, o sorriso, vemos as crianças a brincar, os homens que riem e as mães que sorriem. Vemos aquilo que gostaríamos ter criado. Não queremos ver o real, queremos continuar neste mundo “PERFEITO” cheio de coisas tão boas, onde a realidade não chega.
Queremos voltar atrás no tempo e mudar tudo. Mas não pudemos. O que devemos fazer?
Devemos abrir os olhos.
Vemos o sofrimento, a dor, a angústia nos olhos das crianças, de homens que choram como crianças de mães que gritam de dor. Vemos aquilo que criámos. Vemos a podridão, o crime, o ódio, vemos tudo isso mas fechamos os olhos.
De olhos fechados vemos a alegria, o sorriso, vemos as crianças a brincar, os homens que riem e as mães que sorriem. Vemos aquilo que gostaríamos ter criado. Não queremos ver o real, queremos continuar neste mundo “PERFEITO” cheio de coisas tão boas, onde a realidade não chega.
Queremos voltar atrás no tempo e mudar tudo. Mas não pudemos. O que devemos fazer?
Devemos abrir os olhos.
Fonte: historiasdeumlouco.weebly.com
de Ricardo Pereira
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O seu filho vê bem?
O seu filho vê bem?
Logo que o bebé nasce, a mãe deve se certificar de que passou pelo exame do
reflexo vermelho, que poderá identicar uma ou mais doenças que podem levar à
deficiencia visual. Entenda melhor! Continuação...
Fonte:medicosdeportugal.saude.sapo.pt
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A Tricana de Coimbra
É a mulher de Coimbra. Figura mítica e emblemática da cidade desde os finais do século XI
A tricana está presente em muito da literatura portuguesa, muitos escritores e poetas descreveram sobre as tricanas nas suas obras, bem como vários fados coimbrões.
Veste-se com saia preta, um pequeno avental, blusa, lenço na cabeça e traz o Xaile traçado ao ombro.
A tricana carregava sempre consigo um cântaros de barro ou lata quando ia ao Rio Mondego buscar água.
Actualmente a imagem da tricana é reavivada pelos grupos folclóricos da região.
A tricana está presente em muito da literatura portuguesa, muitos escritores e poetas descreveram sobre as tricanas nas suas obras, bem como vários fados coimbrões.
Veste-se com saia preta, um pequeno avental, blusa, lenço na cabeça e traz o Xaile traçado ao ombro.
A tricana carregava sempre consigo um cântaros de barro ou lata quando ia ao Rio Mondego buscar água.
Actualmente a imagem da tricana é reavivada pelos grupos folclóricos da região.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
Fotos de José Carlos
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