" Porque não sonhar, que um dia, nenhuma Criança perderá o colo da sua Mãe "Enviado por Patricia Martins
Judite Martins Alves
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Afecto...
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Alergias e Intolerâncias alimentares
A maioria de nós consome uma grande variedade de alimentos sem sofrer quaisquer reacções adversas. Existe, no entanto, um grupo restrito de pessoas que apresentam reacções indesejáveis a determinados alimentos ou aos seus componentes.
Alergias ou Intolerância?
Há muitas razões para reagirmos mal a um alimento. Uma das mais frequentes e perigosas é a toxinfecção alimentar, originada pelo o facto do alimento estar contaminado (por microorganismos ou suas toxinas). Esta situação não está relacionada com as alergias ou intolerâncias alimentares.
A alergia alimentar pode ser definida como um erro das nossas defesas naturais (sistema imunológico). que reagem a um alimento como se este fosse uma ameaça, causando-nos efeitos indesejáveis que podem chegar a ameaçar-nos a vida.
A intolerância alimentar não se relaciona com o sistema imunológico e é geralmente mais benigna. Resulta, habitualmente, da incapacidade de digerir certos alimentos, podendo também ser uma reacção a certos aditivos alimentares.
As pessoas que não conseguem fazer a digestão adequada do açúcar do leite sofrem de intolerância à lactose, um problema que atinge um número significativo de pessoas e que provoca frequentemente gases, diarreia, e distensão abdominal após o consumo de lacticínios. A alergia e a intolerância alimentar apresentam por vezes o mesmo tipo de sintomas contudo, há aspectos que as distinguem como, por exemplo, o facto de a alergia se manifestar de forma mais rápida do que a intolerância alimentar.
Quando se suspeita que se sofre de uma sensibilidade alimentar é importante recorrer ao médico para identificar exactamente o que se passa, de forma a prevenir potenciais efeitos desagradáveis para a nossa saúde e bem-estar. Entre os alimentos mais associados a alergias e intolerâncias alimentares encontram-se o aipo, amendoins, cereais contendo glúten, dióxido de enxofre (utilizado como antioxidante e conservantes), frutos de casca rija, leite, marisco, mostarda, ovos, peixe, sementes de sésamo, soja e tremoço.
Texto: Jornal do Modelo
Video: Programa "Vida Nova" com Fátima Lopes e Alva Seixas Martins. 26/03/2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Lições de vida
Enquanto estava a trabalhar no restaurante ocorreu-me um episódio que acabou por mudar a minha vida para sempre. Uma tia simpática das nossas revistas cor-de-rosa que lá foi almoçar mostrou o seu desagrado por me ter esquecido das suas sardinhas da forma mais inconveniente e mal educada que já vi na vida. Juro! Gritou comigo, ofendeu-me, chamou-me nomes, pôs o restaurante todo a olhar para mim, tratou-me como se eu fosse a pessoa mais insignificante à face da terra e, como não tinha onde cair morta, estava a servir às mesas num restaurante mas que, nas palavras dela, nem isso sabia fazer! Fiquei pasma. Aquela alminha estava ali aos berros comigo e pensava MESMO que me era superior só por eu estar a servir à mesa. Retirei-me da sala, chorei, e repensei toda a minha vida. Há pessoas mal formadas que passam por nós todos os dias com a missão de nos deitar a baixo e de nos humilhar, há pessoas que nos ensinam a ser humildes, honestos, justos e bons e há factos, como a literacia, a profissão ou o dinheiro, que contam ZERO no mundo dos valores.
Texto: Jojozinha, o blog
sábado, 4 de setembro de 2010
"Aproveitem a vida"
Daqui a 100 anos,
a população actual do mundo estará morta.
Os nossos familiares, os nossos amigos, os nossos filhos e tu e eu...
7 biliões de seres humanos desaparecerão para sempre,
todos caminhamos em direcção à luz
e até lá...
VIVE
Vídeo de António Feio (1954-2010)
Conheça a vida e a carreira de António Feio
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
A soldado desconhecida
"Josefa, 21 anos, a viver com a mãe. Estudante de Engenharia Biomédica, trabalhadora de supermercado em part-time e bombeira voluntária. Acumulava trabalhos e não cargos - e essa pode ser uma primeira explicação para a não conhecermos. Afinal, um jovem daqueles que frequentamos nas revistas de consultório, arranja forma de chamar os holofotes. Se é futebolista, pinta o cabelo de cores impossíveis; se é cantora, mostra o futebolista com quem namora; e se quer ser mesmo importante, é mandatário de juventude. Não entra é na cabeça de uma jovem dispersar-se em ninharias acumuladas: um curso no Porto, caixeirinha em Santa Maria da Feira e bombeira de Verão. Daí não a conhecermos, à Josefa. Chegava-lhe, talvez, que um colega mais experiente dissesse dela: "Ela era das poucas pessoas com que um gajo sabia que podia contar nas piores alturas." Enfim, 15 minutos de fama só se ocorresse um azar... Aconteceu: anteontem, Josefa morreu em Monte Mêda, Gondomar, cercada das chamas dos outros que foi apagar de graça. A morte de uma jovem é sempre uma coisa tão enorme para os seus que, evidentemente, nem trato aqui. Interessa-me, na Josefa, relevar o que ela nos disse: que há miúdos de 21 anos que são estudantes e trabalhadores e bombeiros, sem nós sabermos. Como é possível, nos dias comuns e não de tragédia, não ouvirmos falar das Josefas que são o sal da nossa terra?"
Por FERREIRA FERNANDES, Diário de Notícias
segunda-feira, 28 de junho de 2010
MÃE... fiz o que me pediste
Fui à festa, mãe. Fui a uma festa, e lembrei-me do que me disseste.
Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe... Então, bebi uma “Sprite”.
Senti orgulho de mim mesma, e do modo como me disseste que eu me sentiria e
que não deveria beber e conduzir. Ao contrário do que alguns amigos me
disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a conduzir sem
condições...
Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar...
Agora estou deitada na rua, e ouvi o polícia dizer: “O rapaz que causou
este acidente
estava bêbado”, mãe, a voz parecia tão distante...
O meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou a tentar com
todas as minhas forças, não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem:
”A rapariga vai morrer”...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava
a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir e agora tenho que
morrer...
Então por que as pessoas fazem isso, mãe?
Sabendo que isto vai arruinar vidas?
A dor está-me a cortar como uma centena de facas afiadas...
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papá que ele seja
forte... E quando eu partir, escreva “Menina do Pai” na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado beber e conduzir...
Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca, mãe, e estou realmente a ficar
com medo...
Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada...
Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada aqui a
morrer, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe...
Então...
Amo-te e adeus...
Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A
jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter ia
anotando... muito chocado.
Este repórter iniciou uma campanha.
Se esta mensagem chegou até si e você o ignorar, pode estar a perder a chance
de consciencializar mais e mais pessoas, fazer com que a sua vida TAMBÉM
CORRA PERIGO!
Com este pequeno gesto pode fazer uma grande diferença.
Copie a mensagem por inteiro e cole num e-mail
sábado, 15 de maio de 2010
Fome!
Tanta gente no mundo estraga comida em abundância e que podia fazer diferença a muitas pessoas...
Veja por si mesmo, e partilhe com o mundo!!
Vamos poupar e ser solidários.
Veja por si mesmo, e partilhe com o mundo!!
Vamos poupar e ser solidários.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
EU...
Devo ser muito diferente do resto do mundo,
porque não consigo ter o que as outras pessoas têem.
Às vezes...
Não sei se isso é bom ou é mau.
Suponho que é mau nos momentos em que...
Me sinto sozinha...
Nos momentos em que sinto falta daquilo que nunca tive.
De um abraço ao acordar...
De um carinho ao fim do dia...
Ou de ter alguém que simplesmente me aceite como sou.
Por outro lado é bom ser independente.
Ser livre, ser capaz de viver em paz comigo e com os outros
sem me chatear ou preocupar com coisas que as outras pessoas se preocupam.
Não faz sentido ter alguém ao nosso lado e não ser feliz
ou só ser feliz durante algum tempo.
Prefiro estar sozinha a ser infeliz.
Fazer uma escolha é difícil...
Será que escolho sorrir ou chorar?
Estar triste ou estar feliz?
Sentir-me bem comigo mesma por estar viva ou odiar-me por existir?
Devo escolher estar bem ou estar mal?
Sei que consigo sentir-me bem a maior parte dos minutos que tem cada dia.
Mas a verdade é que...
Não consigo ser forte a cada segundo de cada dia.
Mas é no tempo que sobra de cada dia...
À noite...
Quando durmo...
Que não sinto nada.
E é uma bênção não sentir nada
porque é a única altura do meu dia em que não tenho de fazer uma escolha.
A única altura em que a minha mente é indomável.
Texto de Marta Alves
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