segunda-feira, 28 de junho de 2010

MÃE... fiz o que me pediste

Fui à festa, mãe. Fui a uma festa, e lembrei-me do que me disseste.
Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe... Então, bebi uma “Sprite”.
Senti orgulho de mim mesma, e do modo como me disseste que eu me sentiria e
que não deveria beber e conduzir. Ao contrário do que alguns amigos me
disseram. Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a conduzir sem
condições...
Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar...
Agora estou deitada na rua, e ouvi o polícia dizer: “O rapaz que causou
este acidente
estava bêbado”, mãe, a voz parecia tão distante...
O meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou a tentar com
todas as minhas forças, não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem:
”A rapariga vai morrer”...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava
a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir e agora tenho que
morrer...
Então por que as pessoas fazem isso, mãe?
Sabendo que isto vai arruinar vidas?
A dor está-me a cortar como uma centena de facas afiadas...
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papá que ele seja
forte... E quando eu partir, escreva “Menina do Pai” na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado beber e conduzir...
Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca, mãe, e estou realmente a ficar
com medo...
Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada...
Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada aqui a
morrer, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe...
Então...
Amo-te e adeus...

Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente. A
jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter ia
anotando... muito chocado.
Este repórter iniciou uma campanha.
Se esta mensagem chegou até si e você o ignorar, pode estar a perder a chance
de consciencializar mais e mais pessoas, fazer com que a sua vida TAMBÉM
CORRA PERIGO!
Com este pequeno gesto pode fazer uma grande diferença.
Copie a mensagem por inteiro e cole num e-mail

sábado, 15 de maio de 2010

Fome!

Tanta gente no mundo estraga comida em abundância e que podia fazer diferença a muitas pessoas...
Veja por si mesmo, e partilhe com o mundo!!
Vamos poupar e ser solidários.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Montanhas no interior da Corsega

                                                                              Foto de José Carlos

domingo, 25 de abril de 2010

EU...

Devo ser muito diferente do resto do mundo,
porque não consigo ter o que as outras pessoas têem.
Às vezes...
Não sei se isso é bom ou é mau.
Suponho que é mau nos momentos em que...
Me sinto sozinha...
Nos momentos em que sinto falta daquilo que nunca tive.
De um abraço ao acordar...
De um carinho ao fim do dia...
Ou de ter alguém que simplesmente me aceite como sou.
Por outro lado é bom ser independente.
Ser livre, ser capaz de viver em paz comigo e com os outros
sem me chatear ou preocupar com coisas que as outras pessoas se preocupam.
Não faz sentido ter alguém ao nosso lado e não ser feliz
ou só ser feliz durante algum tempo.
Prefiro estar sozinha a ser infeliz.
Fazer uma escolha é difícil...
Será que escolho sorrir ou chorar?
Estar triste ou estar feliz?
Sentir-me bem comigo mesma por estar viva ou odiar-me por existir?
Devo escolher estar bem ou estar mal?
Sei que consigo sentir-me bem a maior parte dos minutos que tem cada dia.
Mas a verdade é que...
Não consigo ser forte a cada segundo de cada dia.
Mas é no tempo que sobra de cada dia...
À noite...
Quando durmo...
Que não sinto nada.
E é uma bênção não sentir nada
porque é a única altura do meu dia em que não tenho de fazer uma escolha.
A única altura em que a minha mente é indomável.

Texto de Marta Alves

domingo, 21 de março de 2010

QUERO SER UM TELEVISOR…

A professora Ana Maria pediu aos seus alunos que fizessem uma redacção e que nela relatassem o que gostavam que Deus fizesse para os ajudar a ser felizes.
À noite, ao corrigir as redacções, ela deparou-se com uma que a deixou emocionada.
O marido, ao entrar em casa, perguntou:
- O que aconteceu?
Ela respondeu:
- Lê.
Era a redacção de um menino:
«Senhor, esta noite peço-te uma coisa especial: transforma-me num televisor.
Quero ocupar o lugar dele. Viver como vive a TV da minha casa.
Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família ao meu redor… Ser levado a sério quando falo…, como acontece à televisão.
Quero ser, quase diria, o centro das atenções e ser ouvido sem interrupções e sem perguntas, como um televisor.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
Ter a companhia do meu pai quando chega a casa, mesmo que esteja cansado.
Que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. Talvez possa ajudá-la, fazendo-lhe companhia.
E ainda que os meus irmãos «briguem» para estar comigo.
Gostaria de sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, que eu possa divertir a todos.
Senhor, não te peço muito… Só quero viver o que vive qualquer televisor!»
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
- Meu Deus, coitado desse menino. Que descuido o desses pais!
E ela responde-lhe:
- Esta redacção é do nosso filho mais novo.

Texto: Revista Cruzada – Janeiro de 2007

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Depressão


Comemorei este ano 31 anos. Um aniversário passado com os meus pais e o meu namorado. Uma data que me fez pensar mais na minha vida… no passado, no presente e no futuro. Um momento que eu cheguei a pensar que nunca iria viver. Isto porque faz também este ano 15 anos que eu sofro de depressão. Uma depressão que ao longo destes anos me tirou a alegria de viver, a força, a coragem e a vontade de viver. Por pouco o desespero não me levou ao suicídio. Perdi muitos amigos, fiz sofrer a minha família, deixei de fazer muitas das coisas que me davam prazer… Perdi a capacidade de comunicar com as pessoas, fui-me isolando cada vez mais, caindo cada vez mais num abismo que me ia levando à morte. Mas sobrevivi… Ainda não estou curada e cada dia é uma luta para não me deixar cair de novo nesse abismo, mas não vou desistir. Tenho uma família que gosta de mim, um namorado que me ama muito e tem estado sempre do meu lado, embora não seja fácil, e amigos com os quais sei que posso contar. Sei que ainda tenho de lutar muito e que irei ter muitas recaídas mas não vou desistir.

Foi por tudo isto que quis escrever este texto. Para alertar as pessoas para esta doença, que atormenta, incapacita e, em muitos casos, mata cada vez mais pessoas em todo o mundo.

A depressão é uma doença mental que se caracteriza por uma tristeza profunda e prolongada, que leva a um grande desinteresse pela vida, pelas coisas do dia-a-dia e a uma perda de energia ou cansaço fácil e constante.
Pode afectar pessoas de todas as idades, desde a infância à terceira idade e, se não for tratada, pode levar ao suicídio. Estima-se que esta doença esteja associada à perda de 850 mil vidas por ano, mais de 1200 mortes em Portugal.
Em cerca de 20% dos casos torna-se uma doença crónica sem remissão. Estes casos devem-se, fundamentalmente, à falta de tratamento adequado.

Quais as causas da depressão?
As causas diferem de pessoa para pessoa. Mas, é possível afirmar-se que há factores que influenciam o aparecimento desta doença: condições de vida adversas, divórcio, morte de um ente querido, desempregam, incapacidade de lidar com determinadas situações…

Sintomas:

• Desinteresse, apatia e tristeza;
• Perda de vontade de fazer seja o que for. Desiste da vida e de lutar por ela e pelas coisas;
• Fadiga, cansaço e perda de energia;
• Sentimentos de inutilidade, de falta de confiança e de auto-estima;
• Sentimentos de culpa e de incapacidade;
• Vontade de ficar só. Afastamento de amigos e/ou outras pessoas;
• Não se sente bem em lado nenhum;
• Desleixa-se com a sua apresentação e modo de vestir;
• Vontade de chorar;
• Medo de executar determinadas tarefas, ou medo do que possa acontecer se falhar;
• Não querer ouvir barulhos ou música em altos berros (é uma forma de se afastar do que se passa à sua volta);
• Modificação do apetite (falta ou excesso de apetite);
• Perturbações do sono (sonolência ou insónia);
• Falta ou alterações da concentração;
• Irritabilidade;
• Alterações do desejo sexual;
• Abuso de medicamentos, álcool ou drogas;
• Manifestação de sintomas físicos, como dor muscular, dor abdominal, enjoo, dores de cabeça. Sintomas para as quais os exames médicos não encontram uma explicação;
• Ansiedade e/ou pânico;
• Pensamentos de suicídio ou morte;
• Auto-mutilação.


Como se trata a depressão?
Normalmente, através do uso de medicamentos, de intervenções psicoterapêuticas, ou a conjugação de ambas. Os medicamentos não têm efeito imediato: pode demorar algumas semanas, 4 a 6, até se sentir melhor. O tratamento dura no mínimo 4 a 6 meses.


Para mais informações consulte:Direcção-Geral da Saúde – Rede de Referenciação de Psiquiatria e Saúde Mental
Administração Regional de Saúde do Centro
EAADEuropean Alliance Against Depression
Organização Mundial de Saúde

Ana Catarina Martins

Saiba mais sobre a Depressão

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Helpo


Não deixem de visitar o site da HELPO, uma associação que visa a melhoria das condições de vida das populações do sul do mundo e uma consciencialização dos países do norte para estes problemas.

A sua intervenção centra-se na assistência alimentar, educativa, sanitária, geração de rendimento próprio, educação para o desenvolvimento e ajuda humanitária e de emergência.

Informem-se sobre o Programa de Apadrinhamento à Distância desta associação e, se puderem, AJUDEM!!! Este programa permite a uma criança permanecer junto da sua família, frequentando a escola e tendo acesso a assistência alimentar e médica em caso de necessidade, graças ao apoio de um padrinho ou madrinha.

Digo-vos, por experiência própria, que apadrinhar uma criança, por mais longe que ela esteja, é uma experiência inesquecível...



Para mais informações, faça uma pesquisa na web sobre a helpo

domingo, 27 de dezembro de 2009

É MUITO TARDE PARA MIM…

Sinto muito, meu pai, que este diálogo seja o último que tenho consigo. Sinto muito… Sabe, pai… está ainda a tempo de saber a verdade que nunca soube. Vou ser breve e claro. A «droga» matou-me, pai.
Travei conhecimento com a minha assassina aos 15 anos de idade. É horrível, não é, pai? Sabe como é que começámos nisso? Através de um senhor elegantemente vestido, que nos apresentou à nossa futura assassina: a «Droga». Eu tentei, tentei mesmo recusar, mas o cidadão mexeu com o meu brio, dizendo que eu não era homem.
Entrei no mundo da «Droga». No começo as tonturas, depois fantásticos sonhos, a seguir a escuridão. Não fazia nada sem que a «Droga» estivesse presente. Depois foi a falta de ar, o medo, as alucinações, logo após o pico da euforia.
Eu sentia-me mais gente que os outros, e a «Droga», a minha inesquecível companheira, sorria.
Sabe, pai, nós, começando com a «Droga», achamos tudo ridículo e engraçado. Até mesmo Deus eu achava ridículo. Hoje, neste hospital, eu reconheço que Deus é o Ser mais importante do mundo.
O pai pode não acreditar, mas a minha vida de toxicodependente é terrível. A gente sente-se dilacerada por dentro. É tão horrível, que todo o jovem deve saber que não deve entrar nessa vida. Já não posso dar três passos sem me cansar. Os médicos dizem que eu vou ficar bom, curado, mas, quando saem do meu quarto, balançam a cabeça.
Pai, eu só tenho 19 anos e sei que não tenho a menor hipótese de viver. É muito tarde para mim.
Pai, tenho um último pedido a fazer-lhe. Diga a todos os jovens que conhecer, em cada porta da escola, na Faculdade, nas fábricas, nos cafés ou em qualquer outro lugar, que há sempre um homem elegantemente vestido e bem-falante, que irá mostrar-lhes a futura assassina, a destruidora das suas vidas, a «Droga», que os levará à loucura e à morte como a mim.
Perdoe-me por tê-lo feito sofrer com as minhas loucuras.

Texto: Jornal da Amadora
 
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